Pular para o conteúdo principal

Teste para Verificação de Vazamento em casa

No ramal direto da rede:

1º - Feche o registro do cavalete.
2º - Abra uma torneira alimentada.

3º - Espere até a água parar de correr.

4º - Coloque um copo cheio de água na boca da torneira como na Fig. A.

5º - Se houver sucção da água do copo pela torneira (Fig.B), é sinal de que existe vazamento no cano alimentado diretamente pela rede.


No ramal direto da rede:




1º - Mantenha aberto o registro do cavalete.


2º - Feche bem todas as torneiras da casa e não utilize os sanitários.

3º - Feche completamente as torneiras de bóia das caixas, não permitindo a entrada de água.

4º - Marque a posição do ponteiro maior do seu hidrômetro e, após 1 hora, verifique se ele se movimentou.

5º - Caso ele tenha se movimentado, é sinal de que existe vazamento no ramal diretamente alimentado pela rede


Na instalação alimentada pela caixa:



1º - Feche todas as torneiras da casa e não utilize os sanitários.
Na válvula ou caixa de descarga:
 
 
1º - Jogue cinza de cigarro no vaso sanitário.


2º - O normal é a cinza ficar depositada no fundo do vaso.

3º - Em caso contrário, é sinal de vazamento na válvula ou na caixa de descarga.

4º - Nas bacias cuja saída da descarga for para trás (direção da parede), deve-se fazer o teste esgotando-se a água. Se a bacia voltar a acumular água, há vazamento na válvula ou na caixa de descarga.

 
Em reservatórios de edifícios:
 
 
1º - Feche o registro de saída do reservatório do subsolo.


2º - Feche completamente a torneira da bóia.

3º - Marque no reservatório o nível da água e, após 1 hora, no mínimo, veja se ele baixou.

4º - Em caso afirmativo, há vazamento.







2º - Feche completamente a torneira de bóia da caixa, impedindo a entrada de água.

3º - Marque na caixa o nível da água e, após 1 hora no mínimo, verifique se ele baixou.

4º - Em caso afirmativo, há vazamentos na canalização ou nos sanitários alimentados pela caixa de água.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

TIPOS DE SOLOS

Introdução Solo, do latim solum, o material da crosta terrestre, não consolidado, que ordinariamente se distingue das rochas, de cuja decomposição em geral provêm, por serem suas partículas desagregáveis pela simples agitação dentro da água [Holanda, A. Buarque de]. Geologicamente, define-se solo como o material resultante da decomposição das rochas pela ação de agentes de intemperismo. No âmbito da engenharia rodoviária, considera-se solo todo tipo de material orgânico ou inorgânico, inconsolidado ou parcialmente cimentado, encontrado na superfície da terra. Em outras palavras, considera-se como solo qualquer material que possa ser escavado com pá, picareta, escavadeiras, etc., sem necessidade de explosivos.
Agentes do Intemperismo: temperatura / pressão / alterações cristalinas / hidratação / agentes biofísicos – vegetação / agentes químicos – dissolução, oxidação, redução,hidratação, hidrólise, lixiviação. 
Origem dos Solos Com base na origem dos seus constituintes, os solos podem ser di…

Cimento Pozolânico

O cimento pozolânico é constituído de clínquer portland, gipsita (alguns porcentos) e cerca de 10 a 40% de Pozolana.

As pozolanas são materiais naturais ou artificiais finamente divididos que; em contato com hidróxido de cálcio, na presença de umidade, formam compostos aglomerantes, visto que a pozolana por si só não constitui material aglomerante. Estes compostos são análogos aos do cimento portland. As pozolanas naturais mais importantes são as cinzas vulcânicas, não encontradas no Brasil. As principais pozolanas artificiais são as cinzas volantes resultantes da combustão de carvão mineral em usinas termelétricas ou argilas ou folhelhos argilosos ativados por calcinação entre 700ºc e 900ºc. Os dois tipos são utilizados no Brasil.
O cimento pozolânico, devido a reação pozolana com o hidróxido de cálcio liberado durante a hidratação do C2S e C3S, apresenta uma resistência química maior, pois o hidróxido de cálcio facilmente solúvel encontra-se combinado na forma de silicato de cálcio de…

Blocos de Ancoragens

Durante o transporte de líquidos dentro de uma tubulação aparece empuxos decorrentes deste movimento que tendem a movimentar a tubulação. Para se evitar este movimento e procedida a utilização de blocos de ancoragem de concreto, é a técnica geralmente mais utilizada para equilibrar os esforços de empuxo hidráulico de uma canalização com bolsas, sob pressão.


PRINCÍPIO

Diferentes tipos de blocos de ancoragem podem ser colocados segundo a configuração da canalização, a resistência e a natureza do solo, a presença ou não de lençol freático. 

O bloco reage aos esforços de empuxo hidráulico de duas formas:
·por atrito entre o bloco e o solo (peso do bloco), por reação de apoio da parede da vala (engastamento).

Na prática, os blocos de ancoragem são calculados levando em consideração o atrito e a resistência de apoio sobre o terreno. 

Quando existem obstáculos ou se a má qualidade dos terrenos impossibilita a construção de blocos de ancoragem, é possível utilizar a técnica de travamento das juntas.